Uma, nenhuma, cem mil faces secretas: as máscaras e suas metáforas na obra de Pirandello

Atualizado: 20 de Out de 2020

Fernanda Esteves Fazzio, Claudio César Montoto


Resumo:

As diversas manifestações do psiquismo humano dão notícias do inconsciente, desde singelos lapsos e atos falhos, até sofisticadas produções culturais, que podem ser capturados por uma escuta sensível e um olhar atento. Psicanalistas, dentro ou fora do consultório, seguem algumas pistas dos sujeitos ou mesmo de suas manifestações culturais e artísticas, buscando os sentidos e o desvendar dos enigmas dos diversos estados mentais. Alguns psicanalistas são também artistas que espiam e brincam com as fendas de acesso ao inconsciente. Por trás dos mistérios das palavras, não raro, estão as satisfações de desejos inconscientes do escritor. As metáforas, as metonímias e tantos outros disfarces suavizam as possíveis aproximações das fantasias mais arcaicas dos escritores, permitindo um distanciamento entre artista e obra.


Texto completo em:

https://revistas.pucsp.br/leituraflutuante/article/view/32875


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