A arte do presente

Ariane Mnouchkine, diretora do Théâtre du Soleil, de Paris, compreendendo o teatro como um ateliê de encontro e de compartilhamentos, comenta sobre os excessos em cena: “O excessivo mente por obstrução. Ele esconde o essencial ou o extravia. O excessivo reduz a profundidade do campo, a profundidade da alma. Ele arranha o olho”.


*Trecho da minha dissertação de mestrado O tempo e o impacto da experiência estética na Era da Pre(s)sa: psicanálise e teatro performático




MNOUCHKINE, Ariane. A arte do presente. Rio de janeiro: Cobogó, 2011


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